#COTASTRANSJÁ: QUEREMOS MAIS PESSOAS TRANS NAS UNIVERSIDADES

Apoie a garantia de cotas para pessoas trans e travestis no acesso ao ensino superior. Assine este abaixo-assinado para pressionar as reitorias das universidades públicas de todo o Brasil a reservarem cotas para pessoas trans e travestis!

O acesso ao ensino superior é fundamental para o nosso desenvolvimento pessoal e profissional. Mas pessoas trans e travestis muitas vezes não têm essa oportunidade. 

Segundo nota técnica da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA), estima-se que a população trans represente apenas 0,3% da universidade brasileira. 

Essa baixa representatividade não é por acaso!

A falta de preparo do sistema educacional para atender as necessidades da comunidade trans leva a altas taxas de exclusão escolar e a um acesso limitado a cursos e instituições privadas, que geralmente são de alto custo e de difícil acesso para essa população.

Precisamos garantir o acesso e a permanência de pessoas trans e travestis nas universidades públicas de todo o Brasil desde a graduação. E a melhor forma de tornar isso realidade é através de uma política efetiva de ações afirmativas!

Segundo a Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), ainda que a lei de cotas do Governo Federal – que prevê a reserva de vagas para pessoas negras, indígenas, pessoas com deficiência e de baixa renda nas universidades públicas – não inclua essa população, as instituições de ensino podem ofertar vagas diretamente para pessoas trans e travestis, com base no princípio da autonomia universitária, previsto no art. 207 da Constituição Federal.

E este movimento tem aumentado: entre 2018 e 2024, 18 universidades públicas do Brasil já passaram a garantir cotas para pessoas trans e travestis!

Mas este é apenas o começo… Precisamos garantir que essa seja a realidade em TODAS as universidades públicas do Brasil.

Se a pressão for forte, mais universidades vão ouvir nosso pedido e aderir à política de cotas trans considerando sua autonomia e compromisso social. Assine este abaixo-assinado agora para que sua voz chegue às reitorias de universidades públicas por todo o Brasil através da nossa rede de pressão.

#CotasTransJá

Esta campanha é idealizada pelas organizações Unidas, ANTRA, IBRAT, Marsha Nacional pela Visibilidade Trans, Mães da Resistência e Afronte, com o apoio da All Out.

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Universidades públicas que já incluem cotas trans:

1. Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) 2. Universidade Federal do ABC (UFABC) 3. Universidade Federal da Bahia (Ufba) 4. Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) 5. Universidade Federal de Lavras (Ufla) 6. Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc) 7. Universidade Federal de Santa Maria (Ufsm) 8. Universidade Federal do Rio Grande (Furg) 9. Universidade Federal de Rondônia (Unir) 10. Universidade Federal de Goiás (UFG). 11. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) 12. Universidade Federal Fluminense (UFF) 13. Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) 14. Universidade de Brasília (Unb) 15. Universidade do Estado do  Amapá (Ueap) 16. Universidade do Estado da Bahia (Uneb), 17. Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) 18. Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

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Reitorias das Universidades Públicas do Brasil

Por meio deste abaixo-assinado, pedimos às reitorias das Universidades Públicas de todo o Brasil, que:

1. Estabeleçam a reserva de 2% a 5% de vagas, em cotas para pessoas trans e travestis em todos os cursos de graduação e pós-graduação, bem como em concursos públicos para cargos técnico-administrativos e docentes das universidades públicas.

2. Priorizem uma abordagem interseccional que considere classe, raça, gênero, vivências e experiências de transição, situação socioeconômica, território, histórico e processos de formação escolar em instituições de ensino públicas como marcadores essenciais para o acesso nas políticas de reparação e cotas, especialmente nas universidades e em concursos públicos.

3. Implementem e assegurem políticas de acesso e permanência que garantam os direitos das pessoas trans e travestis nas universidades e efetuem revisões periódicas a fim de aprimorar seu funcionamento.


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